Revista Adolescência e Saúde

Revista Oficial do Núcleo de Estudos da Saúde do Adolescente / UERJ

NESA Publicação oficial
ISSN: 2177-5281 (Online)

Vol. 13 nº 4 - Out/Dez - 2016

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Páginas 42 a 48


Comportamentos de Risco para o Desenvolvimento de Transtornos Alimentares associados à Imagem Corporal e o Estado Nutricional em Adolescentes de uma Escola Pública

Risk Behaviors for the Development of Eating Disorders associated to Body Image and Nutritional Status of Adolescents in a Public School

Comportamientos de Riesgo para el Desarrollo de Trastornos Alimenticios asociados a la Imagen Corporal y el Estado Nutricional en Adolescentes de una Escuela Pública


Autores: Vanessa Mayana Alves Baad1; Michelle Vance de Figueiredo Fulco2; Ana Carolina Rodarti Pitangui3; Marianne Louise Marinho Mendes4; Cristhiane Maria Bazílio de Omena Messias5

1. Mestranda em Hebiatria. Graduação em Nutrição pela Universidade de Pernambuco (UPE). Petrolina, PE, Brasil
2. Graduanda de Nutrição pela Universidade de Pernambuco (UPE). Petrolina, PE, Brasil
3. Doutorado em Ciências pela Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil. Professora Universitária do curso de Fisioterapia, da Universidade de Pernambuco (UPE). Petrolina, PE, Brasil
4. Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). João Pessoa, PB, Brasil. Professora Universitária do curso de Nutrição, da Universidade de Pernambuco (UPE). Petrolina, PE, Brasil
5. Doutorado em Química e Biotecnologia pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Maceió, AL, Brasil. Professora Universitária do curso de Nutrição e Programa de Pós-graduação Formação de Professores e Práticas Interdisciplinares (PPGFPPI), da Universidade de Pernambuco (UPE). Petrolina, PE, Brasil

Cristhiane Maria Bazílio de Omena Messias
Universidade de Pernambuco (UPE) - campus Petrolina, Curso de Nutrição
BR 203 KM2 S/N. Campus Universitário, Vila Eduardo
Petrolina, PE, Brasil. CEP: 56328-903
crisbomena@hotmail.com; cristhiane.omena@upe.br

Recebido em 15/09/2015
Aprovado em 08/11/2015

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Como citar este Artigo

Descritores: Adolescente, transtornos da alimentação e da ingestão de alimentos, imagem corporal, estado nutricional.
Keywords: Adolescent, feeding and eating disorders, body image, nutritional status.
Palabra Clave: Adolescente, trastornos de la alimentación y de ingestión de alimentos, imagen corporal, estado nutricional.

Resumo:
OBJETIVO: Identificar a prevalência de comportamentos de risco para transtornos alimentares, insatisfação com a imagem corporal e o estado nutricional em adolescentes.
MÉTODOS: A amostra foi composta por 418 adolescentes do sexo feminino entre a faixa etária de 10 a 17 anos de uma escola pública. Foram aplicados questionários para diagnóstico da população, percepção de imagem e satisfação corporal e para o risco de desenvolvimento de transtornos alimentares. O estado nutricional foi avaliado através de medidas antropométricas. A relação entre as medidas antropométricas foram realizadas por intermédio do coeficiente de correlação de Pearson. Para os dados provenientes do questionário de satisfação utilizouse o teste do qui-quadrado com o nível de significância a 1% e para os demais dados, estatística descritiva.
RESULTADOS: A maioria da população encontrava-se eutrófica através da antropometria e satisfeitas com suas estruturas corporais atual. Porém observou-se um alto percentual de adolescentes com risco de apresentar algum tipo de transtorno alimentar.
CONCLUSÃO: A percepção da imagem corporal das adolescentes está adequada a sua real situação nutricional. No entanto, mesmo satisfeitas com sua imagem corporal, os índices de risco para o desenvolvimento de transtornos alimentares encontrados no estudo foram altos.

Abstract:
OBJECTIVE: Identify the prevalence of risk behaviors for eating disorders, dissatisfaction with body image and nutritional status in adolescents.
METHODS: The sample consisted of 418 female teenagers with 10 to 17 years old from a Public School. Were applied questionnaires for the diagnosis of the population, perception of body image, body satisfaction and to the risk of developing eating disorders. We also assessed the nutritional status by anthropometric measures. The relationships between anthropometric measurements were performed by means of the Pearson correlation coefficient. For the data from the satisfaction questionnaire, we used the chi-square test with a significance level of 1% and the other descriptive statistics data.
RESULTS: Most of the study population was eutrophic through anthropometric assessment and satisfy with their current body structure. But the research showed a high percentage of adolescents at risk of having some type of eating disorder.
CONCLUSION: The perception of the adolescent's body image is appropriate to actual nutritional situation. However, even satisfied with their body image, the rates of risk for developing eating disorders found in the study were high.

Resumen:
OBJETIVO: Identificar la prevalencia de comportamientos de riesgo para trastornos alimenticios, insatisfacción con la imagen corporal y el estado nutricional en adolescentes.
MÉTODOS: La muestra fue compuesta por 418 adolescentes del sexo femenino entre la franja etaria de 10 a 17 años de una escuela pública. Fueron aplicados cuestionarios para diagnóstico de la población, percepción de imagen y satisfacción corporal y para el riesgo de desarrollo de trastornos alimenticios. El estado nutricional fue evaluado a través de medidas antropométricas. La relación entre las medidas antropométricas fue realizada por intermedio del coeficiente de correlación de Pearson. Para los datos provenientes del cuestionario de satisfacción se utilizó la prueba del Chi-cuadrado con el nivel de significancia del 1% y para los demás datos, estadística descriptiva.
RESULTADOS: La mayoría de la población se encontraba eutrófica a través de la antropometría y satisfechas con sus estructura corporal actual. Sin embargo se observó un alto porcentaje de adolescentes con riesgo de presentar algún tipo de trastorno alimenticio.
CONCLUSIÓN: La percepción de la imagen corporal de las adolescentes está adecuada a su real situación nutricional. Sin embargo, mismo satisfechas con su imagen corporal, los índices de riesgo para el desarrollo de trastornos alimenticios encontrados en el estudio fueron altos.

INTRODUÇÃO

A adolescência é o estágio de vida compreendido entre os 10 e 19 anos1 e corresponde ao momento de transição entre a infância e a idade adulta. Este é um grupo extremamente vulnerável considerando-se suas necessidades nutricionais aumentadas, seu padrão alimentar e estilo de vida e susceptibilidade às influências ambientais2.

Como consequência, o adolescente acaba "cedendo" ao padrão estético corporal atual, que privilegia o corpo esguio e esbelto2. O conflito vivenciado entre a busca da identidade adulta, que implica autonomia, e desejo de prosseguir na dependência característica das crianças, pode se apresentar por meio da insatisfação corporal. Nesse sentido, a insatisfação do adolescente com o corpo é característica da estranheza e da ansiedade diante das mudanças surgidas com a puberdade3.

A insatisfação corporal pode levar a sérias distorções da imagem corporal. A imagem corporal pode ser definida como a representação mental do próprio corpo e do modo como ele é percebido pelo indivíduo, de forma que a imagem abrange os sentidos, as ideias e sentimentos referentes ao corpo4.

Devido à carência de dados no Brasil a respeito de transtornos alimentares, insatisfação com a imagem corporal e seus fatores de risco associados justifica-se a realização de estudos que possam ampliar o conhecimento de base sobre esses aspectos em relação às adolescentes brasileiras. O objetivo do estudo foi analisar a prevalência de comportamentos de risco de desenvolvimento de transtornos alimentares associados à insatisfação com a imagem corporal e estado nutricional.


MÉTODOS

Estudo de corte transversal foi realizado no período de maio de 2011 a novembro de 2012 com uma amostra composta por 418 adolescentes do sexo feminino na faixa etária de 10 a 17 anos de idade, matriculadas em uma escola pública. O estudo foi realizado após a aprovação do Comitê de Ética da Universidade de Pernambuco (UPE), nº: 244/2010 e a obtenção do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) assinado pelos pais ou responsáveis.

Foram analisadas como variáveis: hábitos alimentares, autopercepção com relação ao peso atual, a percepção da imagem corporal e satisfação corporal, medidas antropométricas (índice de massa corporal - IMC, circunferência da cintura - CC e distribuição da gordura corporal - DGC).

A percepção da imagem corporal obteve-se por autoavaliação, com o uso de uma escala de silhuetas corporais (1 a 9) em que se estabelecem quatro categorias: baixo peso (1), eutrofia (2 a 5), sobrepeso (6 a 7), e obesidade (8 e 9)5,6. Para análise da satisfação corporal foi aplicado o Body Shape Questionnaire - BSQ - Questionário sobre a imagem corporal7, um teste de autopreenchimento composto por 34 perguntas para serem respondidas segundo uma legenda, conforme versão traduzida para o português por Cordás & Castilho8, o qual se apresenta com uma escala de pontuação: < 80 considerada sem insatisfação; entre 80 e 110, insatisfação leve; entre 111 e 140, insatisfação moderada; e > 140, insatisfação grave.

Para a avaliação da presença de transtornos alimentares utilizou-se o questionário Eating Attitudes Test (EAT-26) ou teste de atitudes alimentares, instrumento que contém 26 perguntas sobre comportamento alimentar e imagem corporal9. O questionário EAT-26, considerado indicador de risco para o desenvolvimento de um distúrbio alimentar, quando o escore formado pelo somatório de respostas positivas for igual ou superior a 21. O EAT contém 26 questões fechadas abordando atitudes alimentares e as respostas assinaladas são: sempre (5 pontos), muito frequentemente (4 pontos), frequentemente (3 pontos), às vezes (2 pontos), raramente (1 ponto) e nunca (0 pontos). O score igual ou superior a 20 pontos indica os indivíduos supostamente suscetíveis ao desenvolvimento de distúrbios de conduta alimentar, além da presença de padrões alimentares anormais, não revelando, contudo, a possível psicopatologia subjacente ao comportamento manifesto10.

O questionário Bulimic Investigatory Test Edinburgh (BITE) ou Teste de Investigação Bulímica de Edinburgo, instrumento constituido de 33 questões, com 30 questões dirigidas à sintomatologia bulímica, variando de 0 até 30 pontos. A resposta "sim" representa a presença do sintoma, valendo 1 ponto, enquanto a resposta "não" significa a ausência (0). Escore abaixo ou igual a 10 pontos foi considerado normalidade11.

A avaliação do estado nutricional foi realizada através das medidas antropométricas: peso, altura, circunferência da cintura e pregas cutâneas (tricipital e subescapular). A classificação do IMC realizou-se de acordo com a classificação proposta pela Organização Mundial da Saúde - OMS12.

A circunferência da cintura foi realizada utilizado os padrões de classificação da OMS12. O percentual de gordura corporal relativa (% Gordura) foi estimado por meio das equações propostas por Slaughter et al.13 utilizando o somatório das dobras cutâneas (tricipital e subescapular), podendo ser utilizadas para meninos e meninas na faixa etária de 8 a 17 anos14.

Valores de massa corporal magra (MCM) foram determinados pela simples subtração entre a massa corporal e a quantidade de gordura absoluta. Sendo os percentuais de gordura classificados de acordo com as categorias de adiposidade propostas por Ronque et al.15.

Fez-se a análise estatística por intermédio dos pacotes estatísticos Statistical Package for the Social Science (SPSS), versão 10.0, e Epi Info, versão 6.0. A relação entre a classificação do IMC, CC e % gordura foi realizada por intermédio do coeficiente de correlação de Pearson (p > 0,0001). O teste de correlação de Pearson foi utilizado para análise das variáveis contínuas. Considerou-se como estatisticamente significantes, os valores de p maiores que 0,0001. Para os dados provenientes do questionário de satisfação utilizou-se o teste do qui-quadrado com o nível de significância a 1%. Os demais dados foram analisados e apresentados em distribuições de frequência e percentual, utilizando a estatística descritiva.


RESULTADOS

Sabendo que a quantidade de refeições realizadas está relacionada direta e/ou indiretamente a percepção da imagem corporal e satisfação corporal, as adolescentes foram indagadas sobre os hábitos alimentares e o número de refeições por dia realizadas. Apenas 12,44% realizavam as seis refeições diárias. No referente à realização do café da manhã, 42,58% responderam sempre realizar o café da manhã. Dentre os motivos para a não ingestão estavam a falta de apetite, acordar atrasada, e com menor percentual o objetivo da perda de peso.

Em relação a imagem corporal utilizando a escala de silhuetas (Tabela 1), a maioria considerou-se eutrófica. Quando a escala era relacionada a imagem corporal que a adolescente gostaria de apresentar, a maioria relatou eutrofia seguido de sobrepeso. Existiu diferença significativa entre as proporções observadas e as esperadas constatadas por intermédio do teste c2 (p<0,01) para cada categoria.




No que se refere a satisfação corporal na tabela 2, pode-se observar que a maioria se considerou com peso ideal, porém, esse valor não foi tão alto quanto o percentual de eutrofia encontrado na população.




No EAT-26, teste utilizado para identificar riscos de distúrbios alimentares, 80,14% apresentaram sinais positivos e os maiores percentuais foram encontrados em adolescentes dos 10 aos 13 anos. De acordo com o BITE, 67,22% apresentaram valor negativo para o teste enquanto 32,77% obtiveram valor positivo. Esses valores foram avaliados separadamente por séries objetivando um melhor acompanhamento da população. Foi observado que os resultados positivos tanto para o teste EAT quanto para o BITE apresentaram-se em maior quantidade nas turmas com faixas etárias menores, do sexto ao nono ano.

Através da avaliação antropométrica das adolescentes observou-se uma média de peso de 49,14 ± 10,14 Kg e altura de 130,42 ± 0,07 cm. Comparando o peso referido pelas adolescentes anteriormente (50,79 ± 7,31 Kg) houve similaridade entre os valores encontrados na avaliação antropométrica e os relatados pelas mesmas. Os valores do IMC e gordura corporal (Tabela 3) observados encontravam-se, na maioria, na classificação eutrófica, existindo diferença significativa entre as proporções observadas e as esperadas constatadas por intermédio do teste c2 (p<0,01) para cada categoria avaliada.




Analisando o IMC e a autoclassificação obtida através da escala de silhueta, observou-se a superestimação de algumas adolescentes (Tabela 4), com relação às classificações de magreza, sobrepeso e obesidade.




DISCUSSÃO

O uso de ferramentas validadas mundialmente como os questionários EAT e BITE é o preconizado para a detecção de risco de desenvolvimento destes distúrbios. Em comparação ao estudo realizado por Chiodini e Oliveira16 em escola pública de São Paulo/Rio Claro objetivando analisar o comportamento alimentar de adolescentes, foi utilizado teste EAT, e a taxa de inadequação alimentar encontrada no presente estudo foi superior à referida por eles. Segundo Lowe et al.17, particularmente as mulheres, quando submetidas ao esforço crônico para controlar a dieta, tornam-se mais vulneráveis aos alimentos supostamente proibidos e aos comportamentos alimentares inadequados.

Um estudo realizado por Appolinário e Claudino18 em escolas públicas de Minas Gerais, com alunos de 7 a 19 anos do sexo masculino e feminino, encontrou apenas 19 estudantes (1,1%), sendo a maioria do sexo feminino, apresentando diagnóstico positivo para bulimia nervosa segundo o BITE. Um valor inferior ao que foi encontrado no presente estudo.

Mariath e Grillo19 avaliando adolescentes entre 12 e 20 anos verificaram valores de 20,60 ± 2,50kg/cm2 com índice de eutrofia de 92,9% e 7,1% para sobrepeso. Os resultados observados no presente estudo apresentam-se menores para eutrofia e maiores para sobrepeso em comparação ao estudo relatado anteriormente. Poucos estudos têm focado a relação entre a percepção do peso e autoestima ou da relação entre o IMC e uma imagem corporal positiva.

A preocupação e a não aceitação dos adolescentes em relação a si mesmo diante de mudanças bruscas em seu corpo e aparência revelam a relação positiva entre essa insatisfação e os transtornos alimentares. Um estudo realizado com adolescentes na faixa etária de 14 a 19 anos em São Paulo relatou que 39% das adolescentes eutróficas se percebiam com sobrepeso e 47% se percebiam obesas apresentando diferença quando comparado com o presente estudo20.


CONCLUSÃO

Os resultados mostraram que a percepção da imagem corporal das adolescentes está adequada à real situação nutricional. E o índice de eutrofia encontrado nas avaliações antropométricas foi considerado alto para a população. O alto índice de eutrofia sugere uma caracterização dessas adolescentes ao estilo de vida dessa população que se encontra longe da capital adotando ainda padrões de alimentação talvez mais saudáveis. A maioria das adolescentes considerou-se satisfeita com sua imagem corporal, porém com um índice alto para risco de desenvolvimento de transtornos alimentares.


REFERÊNCIAS

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