Revista Adolescência e Saúde

Revista Oficial do Núcleo de Estudos da Saúde do Adolescente / UERJ

NESA Publicação oficial
ISSN: 2177-5281 (Online)

Vol. 14 nº 4 - Out/Dez - 2017

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Páginas 143 a 149


Gravidez na adolescência: características das mães e recém-nascido segundo o sistema de informação de nascimentos

Adolescence pregnancy: characteristics of mothers and newborn according to the birth information system

Embarazo en la adolescencia: características de las madres y recién nacidos según el sistema de información de nacimientos


Autores: Cintia Leci Rodrigues1; Patricia Garcia dos Santos2

1. Mestre em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil. Professora Assistente da Universidade de Santo
Amaro (UNISA). São Paulo, SP, Brasil
2. Graduanda em Enfermagem pela Universidade de Santo Amaro (UNISA). São Paulo, SP, Brasil

Correspondência:
Cintia Leci Rodrigues
Rua Professor Candido Nogueira da Mota, 409, Interlagos
São Paulo, SP, Brasil. CEP: 04786-035
kikarodrigues@hotmail.com

Recebido em 13/12/2016
Aprovado em 07/04/2017

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Como citar este Artigo

Descritores: Gravidez, adolescente, recém-nascido, sistemas de informação em saúde.
Keywords: Pregnancy, adolescent, infant, newborn, health information systems.
Palabra Clave: Embarazo, adolescente, recién nacido, sistemas de informaciónensalud.

Resumo:
OBJETIVO: Descrever as características maternas e do recém-nascido de mães adolescentes através do Sistema de Informação de Nascimentos da cidade de São Paulo durante o ano de 2015.
MÉTODOS: Trata-se de um estudo transversal descritivo com base no Sistema de Informação de Nascidos Vivos (SINASC) da cidade de São Paulo, no período de janeiro a dezembro de 2015.
RESULTADOS: Com base nas informações levantadas junto ao Sistema de Informação de Nascidos Vivos (SINASC) da cidade de São Paulo, no período estudado, ocorreram 22.507 nascimentos entre adolescentes com idades entre 15 a 19 anos. Observou-se que 53,9% eram pardas, 73,4% vivem sem companheiro, 64,8% das adolescentes realizaram sete ou mais consultas de pré-natal, a faixa etária de 15 a 19 anos foi a que mais concentrou partos vaginais (68,8%), e 88,5% foram de nascimento à termo (37 semanas ou mais).
CONCLUSÃO: Este estudo evidenciou a gravidez na adolescência e percebeu-se que é necessário desenvolver programas em educação para a saúde que não sejam apenas ocasionais curativos e preventivos, que não só informem, mas também formem e eduquem pais e filhos. É importante que abordem, além da anatomia e fisiologia do aparelho reprodutor humano, e abordar as vivências emocionais, sociais e culturais das de mães adolescentes e seus recém-nascidos.

Abstract:
OBJECTIVE: Describe the characteristics of the adolescent mothers and their newborn through the Birth Information System of the São Paulo city during the year 2015.
METHODS: This is a cross-sectional descriptive study based on the Birth Information System.
RESULTS: Based on information collected from the Live Birth Information System (SINASC) of the São Paulo city, during the study period, there were 22,507 births among adolescents with ages between 15 to 19 years old.53,9% had brown skin color, 73,4% lived without a partner, 64,8% had seven or more pre natal consults. The age group
among 15 to 19 years had the most vaginal birth (68,8%), and 88,5% were to term (37 weeks or more).
CONCLUSION: This study evidenced teenage pregnancy and highlights that it is necessary to develop programs of health education that are not only occasional curative and preventive, that not only inform but also form and educate parents and children. I tis important to go beyond the anatomy and physiology of the human reproductive tract, and point to the emotional, social and cultural experiences of the adolescent mothers and their newborns

Resumen:
OBJETIVO: Describirlas características maternas y del recién nacido de madres adolescentes através del Sistema de Información de Nacimientos de la ciudad de São Paulo durante el año 2015.
MÉTODOS: Se trata de un estudio transversal descriptivo con base en el Sistema de Información de Nascidos Vivos (SINASC) de la ciudad de São Paulo, en el periodo de enero a diciembre de 2015.
RESULTADOS: Con base en las informaciones levantadas junto al Sistema de Información de Nacidos Vivos (SINASC) de la ciudad de São Paulo, en el periodo estudiado, ocurrieron 22.507 nacimientos entre adolescentes conedades entre 15 a 19 años. Se observó que el 53,9% eran pardas, 73,4% viven sin compañero, 64,8% de las adolescentes realizaron siete o más consultas de pre-natal, la franja etaria de 15 a 19 años fuela que más concentró partos vaginales (68,8%), y 88,5% fueron de nacimiento al término (37 semanas o más).
CONCLUSIÓN: Este estudio evidencióelembarazoen la adolescencia yse percibió que es necesario desarrollar programas de educación para la salud que no sean apenas ocasionales curativos y preventivos, que no solo informen, sino también formeny eduquen padresehijos. Es importante que aborden, ademásde la anatomía y fisiología del aparato reproductor humano, y abordar las vivencias emocionales, sociales y culturales de las de madres adolescentes y sus recién nacidos.

INTRODUÇÃO

Atualmente a sociedade tem sofrido diversas mudanças referente as normas sociais, onde temos observado quebras de tabus, principalmente no que se refere a liberdade sexual. Este fato tem contribuído para a adoção de comportamentos permissivos, onde o sexo tem se tornado algo banal e com iniciação cada vez mais precoce1.

Entende-se por adolescência uma fase de transição entre a infância e a preparação para fase adulta, compreendida entre a idade dos 10 aos 19 anos. Esta fase é marcada por uma série de transformações físicas, psíquicas e biológicas2.

Em todo o mundo, anualmente 16 milhões de meninas na faixa etária de 15 a 19 anos, engravidam, onde o maior índice de gravidez nesta faixa etária é registrado em países em desenvolvimento3. No Brasil, de acordo com o sistema DATASUS, apenas no ano de 2014, foram registrados 562.608 partos, de mulheres entre 10 a 19 anos4.

A gravidez na adolescência é considerada um evento grave, principalmente devido às complicações que dela derivam. A gravidez em si é descrita como um evento normal na vida de qualquer mulher, este evento envolve alterações físicas e psicológicas necessárias para a maternidade5.

A maternidade na adolescência interfere no curso natural do desenvolvimento, pois impõe às adolescentes inúmeras responsabilidades e desafios, uma vez que a gravidez nesse momento da vida impacta na convivência familiar, no nível socioeconômico, complicação pré-natal, entre outros2.

Entende-se que tanto os fatores sociais quanto os econômicos estão diretamente relacionados à gravidez precoce, que na maioria dos casos ocorre de modo não planejado, enquanto em outros a gravidez é desejada. Os fatores que envolvem a gravidez na adolescência são inúmeros, podendo ser decorrentes de uma situação conjugal insegura, baixa escolaridade, história materna de gestação na adolescência, baixo conhecimento sobre o uso de métodos contraceptivos, não acesso aos métodos contraceptivos e serviços de saúde, busca pela independência, entre outras6. A adolescente ainda tem que lidar com a reprovação familiar na maioria dos casos, incentivo ao aborto pela família e companheiro, falta de apoio do parceiro, discriminação social, e os riscos que a gravidez na adolescência apresenta5.

A literatura mostra que a gestação na adolescência apresenta grandes riscos maternos, perinatais e neonatais, uma vez que a imaturidade biológica pode elevar o risco de retardo de crescimento intrauterino, mortalidade perinatal, diabetes gestacional, hipertensão gestacional, trabalho de parto prematuro, prematuridade, entre outros6. Esses riscos são muitas vezes relacionados a baixa adesão das adolescentes à rede de atendimento pré-natal3. Dados apontam que há maior risco de complicações e mortalidade materna entre adolescentes de 15 a 19 anos, do que em mulheres acima dos 20 anos, sendo que abaixo dos 15 anos o risco de complicações durante a gravidez ou parto é cinco vezes maior7.

De acordo com alguns autores7,8, a mortalidade materna e perinatal pode estar relacionada a própria gravidez, parto e puerpério, onde as complicações mais frequentes são a toxemia gravídica, disfunção uterina, maior índice de parto cesárea, síndromes hemorrágicas, lacerações perineais, abortamento, entre outras.

Com base no exposto, o presente estudo objetiva descrever as características maternas e do recém-nascido de mães adolescentes através do Sistema de Informação de Nascidos Vivos (SISNAC) da cidade de São Paulo durante o ano de 2015.


MÉTODO

Trata-se de um estudo transversal descritivo com base no Sistema de Informação de Nascidos Vivos (SINASC) 9 da cidade de São Paulo, no período de janeiro a dezembro de 2015. Foram levantados como características maternas: mães adolescentes (10 a 19 anos), idade, raça/cor, tipo de parto, escolaridade, situação conjugal (vive
com companheiro ou sem companheiro), número de consultas de pré-natal, o inicio do pré-natal. Foram levantadas como características do recém-nascido: escala Apgar entre 1º e 5º minuto, peso ao nascer, idade gestacional, anomalia congênita.

Esta pesquisa dispensa aprovação do Comitê de Ética e Pesquisa da Universidade de Santo Amaro, pois se trata de levantamento de banco de dados de domínio público, conforme a Resolução do Conselho Nacional de Saúde (CNS-466/12).


RESULTADOS

Com base nas informações levantadas no SINASC da cidade de São Paulo, no período estudado ocorreram 22.507 nascimentos de recém-nascidos de mães adolescentes. A região sul representa 29,1% dos nascimentos de mães adolescentes da cidade de São Paulo.

Conforme mostrado na tabela 1, as mães menores de 15 anos corresponderam a 3,4% dos nascimentos, enquanto a faixa etária de 15 a 19 anos apresentou 96,6% dos nascimentos. No que tange a raça/cor das parturientes, 53,91% são adolescentes pardas. Em relação às características de tipo de parto, pode-se constatar que na faixa etária menores de 15 anos, a maior frequência foi de partos vaginais (2,6%), seguido pelo parto cesáreo (0,8%). Entretanto, na faixa etária de 15 a 19 anos, o parto vaginal teve uma ocorrência de (68,8%) casos, enquanto o parto cesáreo obteve (27,8%) dos casos.




Dados referente à escolaridade também foram levantados junto ao SISNAC da cidade de São Paulo durante o ano de 2015, e 0,4% tinham escolaridade menor que 3 anos de estudo, 16,8% 4 a 7 anos de estudo, 80,9% de 8 a 11 anos de estudo. Outra variável materna levantada foi a situação conjugal das adolescentes, onde constatou-se que 73,4% das adolescentes vivem sem companheiro e 26,4% das adolescentes vivem com companheiro.

Conforme mostrado na tabela 2, 64,8% das adolescentes realizaram sete ou mais consultas de pré-natal, número preconizado pelo Ministério da Saúde.




No que tange o início do pré-natal: 34,1% das adolescentes o iniciaram no segundo mês de gestação, 13,8% iniciaram o pré-natal com 5 meses ou mais de gestação. Em relação à escala Apgar 1º minuto: 0 a 3 (1,9%); 4 a 7 (12,3%), 8 a 10 (85,6%). Na escala Apgar 5º minuto: 0 a 3 (0,6%), 4 a 6 (2,2%), 8 a 10 (97,1%).

Quanto à presença de anomalia congênita de recém-nascidos de mães adolescentes, em 1,7% foi identificada presença de anomalia. Uma limitação do presente estudo, que através do SISNAC é não possível identificar o tipo de anomalia congênita.

Em relação à idade gestacional, 11,3% dos nascimentos de mães adolescentes na cidade de São Paulo foram prematuros (menor que 37 semanas), 88,5% foram nascimento à termo (37semanas e mais).




DISCUSSÃO

Durante o período estudado ocorreram 22.507 partos de mães adolescentes na cidade de São Paulo. Sabe-se que as recentes transformações socioculturais tanto no âmbito nacional quanto mundial propiciam um 'precoce' início da vida sexual, e que a maternidade na adolescência é um evento preocupante, pois transcende os aspectos clínicos; fatores sociais, econômicos e culturais também interagem, causando impacto no estado de saúde tanto materno quanto neonatal10.

Segundo o local de residência das adolescentes, 29,1% foi na região sul da cidade de São Paulo. A lógica socioespacial da cidade de São Paulo está baseada em um modelo de ocupação urbana nitidamente polarizada e desigual. Desde a década de 1970, vem se intensificando, em São Paulo, o fenômeno da periferizacão, com incorporação de uma vasta área à mancha urbana da metrópole, muitas vezes pela ocupação de terras por loteamentos clandestinos e favelas. Segundo Borelli11, estudos sobre padrões de segregação socioespacial em São Paulo constataram que a alta proporção de adolescentes numa determinada região correlaciona-se estreitamente à existência de pobreza nessa mesma região, o que, de certa forma, aponta para uma especificidade da realidade paulistana.

Entre as mães adolescentes, 3,4% eram menores de 15 anos de idade. Nas últimas décadas, o início das relações sexuais tornou-se cada vez mais precoce. No entanto, o debate acerca da sexualidade dentro das famílias e das escolas não acompanhou as mudanças, o que, de certa forma, contribuiu para o aumento da frequência da gravidez na adolescência12. Na caracterização das adolescentes estudadas, nota-se uma maior prevalência de gestações entre as pardas (53,9%). Estes dados podem significar uma pior condição de vida das afrodescendentes que, segundo dados de Teixeira e Taquette13 , são decorrentes da discriminação racial a que este segmento populacional está submetido na sociedade brasileira, que implica em circunstâncias de vulnerabilidade às gestações e maior mortalidade materna13.

Estudo realizado por Gama et al.14 mostra que a cesariana esteve mais fortemente associada às melhores condições de vida das primíparas adolescentes, tais como nível de escolaridade adequado, possuir plano de saúde e até mesmo a cor da pele branca da puérpera, chegando-se a identificar um gradiente de cor que mostrou que quanto mais clara a cor da pele, maior a proporção do procedimento cirúrgico. A elevada proporção de cesariana, representativa do Brasil, reproduz o modelo de parto intervencionista adotado nas décadas mais recentes no país, porém neste estudo houve uma maior proporção de partos vaginais14.

No que tange a trajetória escolar das adolescentes, observa-se neste estudo que grande parte das adolescentes não tinham o ensino fundamental completo (menos de 9 anos de estudo). Após a gravidez, a adolescente se depara com novas dificuldades no papel de mãe, não encontrando em seu contexto de vida a educação como uma representação que lhe possibilite romper com o ciclo da pobreza15. Então, o profissional da saúde, em especial o enfermeiro, assim como os profissionais das escolas, deveria apreender as representações das adolescentes sobre as manifestações da gestação tanto físicas quanto psicológicas. Isso pode contribuir para o reconhecimento dos fatores que dificultam a permanência na escola, bem como fortalecer novas representações acerca da educação a fim de promover o empoderamento social das mães adolescentes15. Dados encontrados quanto à situação conjugal mostram que 73,4% eram solteiras, isto pode explicitar a falta de planejamento familiar, levando, com isso, ao aumento de possíveis desarranjos familiares16 .

Em relação ao número de consultas de pré-natal, identificou-se que 68,4% das gestantes realizaram sete ou mais consultas. Sabe-se que um dos fatores que pode dificultar o acesso da gestante que vive na periferia de São Paulo à unidade de saúde é a distância geográfica. Algumas vezes, essa dificuldade de acesso é agravada pela precariedade de transporte público para a população. Entretanto, observou-se que mais que a metade das gestantes realizou o número de consultas preconizado pelo Ministério da Saúde. Os profissionais de saúde, no Brasil, que muitas vezes têm em sua formação uma visão predominantemente biomédica, tecnocrática e mecanicista da saúde, promovem um acompanhamento de saúde adequado durante a gestação, que minimiza os efeitos adversos à gestante e ao recém-nascido, sem avaliar, no entanto, a gestante numa perspectiva holística, espiritual e emocional10.

Quanto ao mês do início do pré-natal, evidenciou-se que gestantes tendem a iniciar o pré-natal (no 2º mês). Sabe-se da importância do acompanhamento pré-natal o mais cedo possível, tendo em vista a necessidade de realização de exames ainda no início da gestação afim de detectar anormalidades passíveis de tratamento precoce, evitando, desta forma, danos neonatais. Além disso, quanto mais tarde se inicia o pré-natal, mais a evolução desse período gestacional pode ser desfavorável. É importante salientar que a atenção ao pré-natal é essencial para a prevenção de problemas neonatais10.

Os recém-nascidos da população estudada, em sua maioria, tiveram escores de Apgar de 8 a 10 tanto no primeiro quanto no quinto minuto. Na análise da literatura, encontrou-se íntima relação entre os índices de Apgar e distúrbios respiratórios, uma vez que tal escore indica o estado de depressão respiratória do recém-nascido em seus primeiros minutos de vida17.

O baixo peso ao nascer (BPN) é um indicador de saúde essencialmente relevante entre os fatores associados à morbimortalidade perinatal. A prematuridade e o crescimento intrauterino restrito (CIUR) são os dois fatores que, associados ou isolados, resultam em nascimentos de recém-nascidos com este desfecho. O BPN é considerado o fator de risco isolado de maior magnitude para a mortalidade infantil. Estudos apontam que as mães adolescentes apresentam as maiores taxas de crianças com baixo peso ao nascer e prematuridade, entretanto, no presente estudo grande parte dos recém-nascidos tiveram peso ao nascer (maior 2500g) e nasceram a termo (37 semanas e mais)18.


CONSIDERAÇÕES FINAIS

Os resultados apresentados evidenciam que em São Paulo/SP, no período de janeiro a dezembro de 2015, os perfis das parturientes adolescentes foram: raça parda vive sem companheiros e reside na região sul. Em relação ao perfil dos nascidos vivos pode ser assim sintetizado: a quase totalidade dos partos ocorreu em ambiente hospitalar; com peso maior ou igual a 2500g e a termo.

Este estudo evidenciou a gravidez na adolescência e percebeu-se que é necessário desenvolver programas em educação para a saúde que não sejam apenas ocasionais curativos e preventivos, programas que não só informem mas também formem e eduquem pais e filhos, que abordem, além da anatomia e fisiologia do aparelho reprodutor humano, as vivências emocionais, sociais e culturais das pessoas.


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