Revista Adolescência e Saúde

Revista Oficial do Núcleo de Estudos da Saúde do Adolescente / UERJ

NESA Publicação oficial
ISSN: 2177-5281 (Online)

Vol. 14 nº 4 - Out/Dez - 2017

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Páginas 150 a 156


Sono, percepção de saúde e atividade física em adolescentes universitários

Sleep, health perception and physical activity in university adolescents


Autores: Rubian Diego Andrade1; Érico Pereira Gomes Felden2; Clarissa Steffani Teixeira3; Andreia Pelegrinil4

1. Doutorando em Ciências do Movimento Humano. Mestre em Ciência do Movimento Humano pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Florianópolis, SC, Brasil
2. Doutorado em Educação Física pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Professor Adjunto da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Florianópolis, SC, Brasil
3. Pós-Doutorado. Doutorado em Engenharia de Produção. Professora Adjunta do Departamento de Engenharia do Conhecimento, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Florianópolis, SC, Brasil
4. Doutorado em Educação Física pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Florianópolis, SC, Brasil. Professora Adjunta do Departamento de Educação Física, da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Florianópolis, SC, Brasil

Correspondência
Érico Pereira Gomes Pereira
Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Centro de Ciências da Saúde e do Esporte (CEFID)
Rua Paschoal Simoni, 358, Coqueiros
Florianópolis, SC, Brasil. CEP: 88080-350
ericofelden@gmail.com

Recebido em 11/03/2016
Aprovado em 11/09/2016

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Como citar este Artigo

Descritores: Atividade motora, nível de saúde, saúde do adolescente, sono.
Keywords: Motor activity, health status, adolescent health, sleep.

Resumo:
OBJETIVO: O presente estudo teve como objetivo analisar indicadores de sono e atividade física de acordo com a percepção de saúde em adolescentes universitários.
MÉTODOS: Participaram do estudo 84 adolescentes com idades de 17 a 21 anos (52,4% rapazes), os quais responderam a questionários com perguntas sobre sono, atividade física e percepção de saúde.
RESULTADOS: A média da duração do sono foi de 7,2 (1,4) horas e 56,3% foram classificados como insuficientemente ativos. Dos adolescentes investigados, 57,8% e 28,9% possuem uma percepção boa e excelente da sua saúde, respectivamente, e apenas 13,3% a perceberam como regular. Acadêmicos com maior duração de sono apresentaram percepção mais positiva de sua saúde (p=0,010), assim como aqueles com maior tempo dedicado às atividades físicas vigorosas (p=0,002). Apesar disso, a duração do sono e o tempo de atividades físicas moderadas (p=0,902) ou vigorosas (p=0,738) não apresentaram correlação significativa.
CONCLUSÃO: Duração do sono e tempo de atividade física são fatores relevantes para uma percepção positiva de saúde. No entanto, ambas as variáveis possuem relações complexas não puderam ser explicadas por correlações diretas. Além disso, a atividade física vigorosa parece ser mais relevante para uma percepção positiva de saúde.

Abstract:
OBJECTIVE: This study aimed to analyze sleep and physical activity indicators according to self-reported health in university adolescents.
METHODS: 84 adolescents participated in the study with ages between 17-21 years (52.4% boys), who answered questionnaires with inquiries about sleep, physical activity and self-reported health.
RESULTS: The average sleep duration was 7.2 (1.4) hours and 56.3% were classified as insufficiently active. Among the adolescents surveyed, 57.8% and 28.9% have good and excellent perception of their health, respectively, only 13.3% perceived it as regular. Academics with longer sleep duration showed more positive perception of their health (p=0.010), as well as those with more time devoted to vigorous physical activity (p=0.002). Nonetheless, sleep duration and time of physical activity, moderate (p=0.902) or vigorous (p=0.738), were not correlated.
CONCLUSION: Sleep duration and length of physical activity are important factors for a positive self-reported health. However, both variables have complex relationships that could not be explained by direct correlations. Moreover, vigorous physical activity seems to be more relevant to a positive perception of health.

INTRODUÇÃO

O sono é uma das funções fisiológicas mais relevantes para a vida e saúde das pessoas. Durante o sono, inúmeros processos fisiológicos essenciais para a sobrevivência são realizados incluindo a secreção de neuro-hormônios1, a consolidação da memória1,2 e a organização de redes neurais3. Além disso, apesar do sono apresentar um ritmo biológico regulado basicamente por fatores endógenos, diversos fatores ambientais e comportamentais podem influenciar ou regular a expressão deste e de outros ritmos cíclicos4-7.

Neste contexto, diferentes expressões do ciclo vigília-sono podem ser verificadas em diferentes fases da vida. O estudo de Carskadon et al.8 relatou que ocorrem importantes mudanças no ciclo vigília-sono como por exemplo, o processo biológico chamado atraso da fase de sono na adolescência, o qual se caracteriza por horários mais tardios, tanto na hora de dormir quanto de acordar. Isso somado ao início das atividades escolares e utilização de mídias à noite, pode repercutir em importantes reduções na duração do sono até o final da adolescência.

A atividade física é apontada como fator potencial relacionado ao sono, mas os resultados desta associação são divergentes. Dentre as teorias mais aceitas para explicar esta possível relação está a tese que o exercício físico levaria a modificações na temperatura corporal6 o que remeteria a possibilidade do exercício físico, especialmente o aeróbico, assumir papel de sincronizador não fótico dos ritmos biológicos, incluindo o sono7.

Diante disso, pode-se apontar que as relações entre saúde, sono e atividade física, especialmente na adolescência, constituem-se em importante lacuna de conhecimento a ser preenchida considerando as possibilidades de intervenção que tais relações podem contribuir para o planejamento e execução de intervenções. Faz-se importante discutir ainda, possíveis diferenças nas relações entre sono e atividade física de acordo com a intensidade destas atividades. Assim, o objetivo deste estudo foi analisar indicadores de sono e atividade física de acordo com a percepção de saúde em adolescentes ingressantes no ensino superior universitário.


MÉTODOS

Participaram do estudo recém universitários nos cursos de Bacharelado e Licenciatura em Educação Física de uma universidade pública do Sul do Brasil nos semestres letivos 2012.2 e 2013.1. Nestes semestres, ingressaram nos cursos 120 universitários. Destes, fizeram parte da amostra 84 universitários presentes no dia de aula em que foi realizada a coleta e que responderam corretamente aos questionários. Além disso, foram incluídos na amostra apenas aqueles com idades de 17 a 21 anos.

O projeto foi analisado e aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da instituição de origem (Parecer n°. 83192/2012). Esta pesquisa foi conduzida de acordo com a resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde do Ministério da Saúde que estabelece critérios para pesquisas envolvendo seres humanos. Os acadêmicos foram previamente informados sobre os objetivos e procedimentos do estudo e assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Foi solicitado que os participantes da pesquisa respondessem a questionários com perguntas relacionadas à sua percepção de saúde, hábitos de sono e de atividade física.

Os participantes do estudo foram alocados em três faixas etárias considerando a distribuição dos dados: 17 e 18 anos, 19 e 20 anos, e 21 anos. Além disso, os estudantes foram analisados de acordo com o turno do curso superior (matutino ou noturno).

A duração do sono foi quantificada considerando-se os horários de dormir e acordar durante os dias de aula. Adolescentes com menos de oito horas de sono foram classificados com baixa duração conforme recomendações de Perez-Chada et al.8 e Pereira et al.9. A percepção da qualidade do sono foi investigada a partir da questão "durante os últimos trinta dias (no geral) como você classificaria a qualidade de seu sono?" tendo como alternativas: "muito boa", "boa", "ruim" e "muito ruim". Para a classificação de baixa qualidade do sono foram consideradas as respostas às alternativas "ruim" e "muito ruim".

Os estudantes foram classificados em diferentes cronotipos de acordo com a preferência individual para período da manhã e noite por meio do questionário já validado para o Brasil10 composto por 19 questões que envolvem situações de vida diária e a preferência pessoal para execução destas atividades. Sua pontuação varia de 16 a 86 pontos, classificando o indivíduo em vespertino, matutino ou indiferente.

O nível de atividade física foi avaliado por meio da versão curta do Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ), na qual os indivíduos assinalaram a quantidade de dias e minutos de atividade física moderada e vigorosa, sendo estas classificadas pelo tempo total em minutos por semana11. Foi considerado o ponto de corte de 300 minutos em atividades físicas vigorosas e moderadas para identificação dos sujeitos insuficientemente ativos12-13. Por fim, a percepção de saúde foi investigada por meio da pergunta "como você classifica seu estado de saúde atual?" considerando as respostas "excelente", "bom", "regular" ou "ruim".

Os dados coletados foram primeiramente analisados por meio de estatística descritiva (distribuição de frequência, média e desvio-padrão). As diferenças entre médias foram calculadas por meio do teste Kruskal-wallis, com análise post-hoc por meio do teste Dunn, e as associações entre proporções por meio do teste Qui-quadrado, sendo que para as análises com uma frequência esperada menor de cinco foi usado o Teste Exato de Fisher. Foi utilizado o programa estatístico SPSS 20.0 e adotou-se em todas as análises estatísticas, um nível de probabilidade de significância de 5%.


RESULTADOS

O grupo investigado apresentou média de idade de 18,4 (1,2) anos, sendo 52,4% do sexo masculino. A maioria dos universitários (52,4%) frequentam o turno da manhã e o restante no noturno (47,6%). A duração média do sono foi de 7,2 (1,4) horas nos dias com aula. Identificou-se que 87,7% dos universitários possuíam baixa duração de sono (menos de 8 horas de sono por noite) e 34,6% baixa qualidade de sono. Em relação à atividade física, verificou-se que os universitários realizavam, em média, 161,8(218,0) minutos de atividade física moderada por semana, 145,5 (216,5) minutos de atividade física vigorosa por semana e um total de 309,0 (333,7) minutos por semana. Considerando o ponto de corte de 300 minutos de atividades físicas moderadas ou vigorosas, o percentual de universitários insuficientemente ativos foi de 56,3%. Dos estudantes pesquisados, 86,7% perceberam sua saúde como boa ou excelente (Tabela 1). Destaca-se ainda que nenhum universitário indicou ter uma saúde "ruim".




A duração do sono foi diferente entre os turnos (p<0,001) sendo que, enquanto os universitários do turno noturno dormiam 7,8 (1,4) horas, os do turno da manhã dormiam 6,5 (1,1) horas. Não foram observadas diferenças entre a quantidade de minutos em atividades físicas moderadas (p=0,076) e vigorosas (p=0,105) entre os turnos. Porém, ao considerar a soma de atividades físicas moderadas e vigorosas, foi identificada a diferença entre os turnos, no qual os estudantes do turno noturno apresentaram maior tempo de atividade (p=0,041). Não foram verificadas diferenças nos indicadores de sono, percepção de saúde e atividade física nas faixas etárias avaliadas.

Na análise da duração do sono e qualidade do sono com relação à percepção de saúde verificou-se que os universitários com duração de sono maior apresentaram uma percepção mais positiva de saúde (excelente) (p=0,010). Já com relação à baixa qualidade do sono, não foram observadas diferenças (Tabela 2).




Nas análises de duração da atividade física, considerando as intensidades moderada e vigorosa, verificou-se que apenas a atividade física vigorosa apresentou diferenças entre as categorias de percepção de saúde (p=0,002) (Figura 1). Com a análise post-hoc, as diferenças foram mais evidentes entre as categorias excelente e regular, ou seja, os universitários com percepção positiva de saúde (excelente) participam de uma quantidade maior de atividades físicas vigorosas quando comparados àqueles com percepção negativa de saúde (regular).


Figura 1. Atividade física vigorosa com relação às categorias de percepção de saúde em adolescentes universitários.



Quanto à atividade física moderada, esta diferença não foi observada (p=0,842). Também não foram observadas associações entre o cronotipo, considerando tanto a percepção de saúde quanto o nível e a intensidade das atividades físicas.


DISCUSSÃO

Este estudo buscou analisar indicadores de sono e atividade física de acordo com a percepção de saúde em adolescentes universitários ingressantes do ensino superior. Tanto o sono4, quanto atividade física, possuem importância comprovada para uma boa saúde, mas suas relações ainda não estão claras na literatura. Além disso, as inter-relações destas variáveis com a percepção geral de saúde podem contribuir para o melhor entendimento da importância do sono e atividade física na vida das pessoas.

Os resultados da análise do sono apontaram para baixa duração de sono na maioria dos universitários ingressantes (87%) o que remete a necessidade de aumento das horas de sono na amostra como um todo. A prevalência de baixa duração do sono observada nos universitários foi superior às observadas nos estudos de Perez-Chada et al.8 e Bernardo et al.14 que identificaram prevalências de 49% e 39% respectivamente, considerando o mesmo ponto de corte de horas de sono. Além disso, verificou-se que os universitários do turno noturno apresentaram duração do sono significativamente superior aos do turno matutino indicando, provavelmente, que os adolescentes com compromissos acadêmicos pela manhã, não estejam conseguindo adiantar os horários de dormir.

Ao analisar a duração do sono com relação à percepção de saúde, identificou-se que os universitários com duração de sono maior apresentavam percepção de saúde mais positiva. Estes resultados corroboram aos achados de Do Young et al.15 que verificaram que a qualidade de sono foi significativamente associada com a percepção negativa de saúde em 5.226 estudantes chineses. De acordo com Geiger et al.16, a percepção subjetiva de saúde é considerada um potencial preditor de várias patologias e, embora não haja muitos estudos disponíveis, parece existir associação entre horas insuficientes de sono e percepção negativa de saúde. O estudo de Geiger et al.16 apontou, ainda, que quanto mais dias de sono insuficiente, maior é a percepção negativa de saúde fortalecendo, desta forma, os resultados observados nos universitários analisados.

Com relação à análise da percepção de saúde, identificou-se que a maior parte dos universitários (86,5%) apresentaram boa ou excelente percepção de saúde. Este resultado corrobora as investigações de Sousa et al.17 que verificaram em estudantes do ensino médio de Santa Catarina, frequências superiores a 85% de percepção positiva de saúde. Destaca-se ainda, que no presente estudo, nenhum dos acadêmicos investigados se referiu a sua saúde como "ruim" sendo a variável "saúde negativa" definida apenas com a opção "regular" de resposta.

A prevalência de universitários insuficientemente ativos (56,3%) foi superior à observada nos estudos de Silva et al.18 que identificaram que aproximadamente 30% de adolescentes da amostra populacional do estado de Santa Catarina era insuficientemente ativa. Além disso, os resultados observados também divergem dos achados de Sousa et al.17 e Silva et al.18 os quais a associação entre atividade física e percepção de saúde não foi encontrada. No entanto, o presente estudo avançou nestas análises investigando separadamente os níveis de atividade física sendo observado que os adolescentes universitários com maior quantidade de atividade física vigorosa apresentaram percepção mais positiva de saúde.

Os resultados observados por Page et al.19 reforçam a diferença observada entre atividade física vigorosa e percepção positiva de saúde, já que identificou que adolescentes tailandeses que realizavam atividades físicas esportivas mais intensas apresentaram frequências menores de percepção negativa de saúde. Os resultados observados nos estudantes analisados corroboram ainda com os observados por Janssen e Ross20, que verificaram efeitos superiores de atividade física vigorosa em relação à moderada no controle da síndrome metabólica.

No presente estudo não foram identificadas diferenças entre a atividade física e o sono. Com relação a este tema, a literatura sugere que a atividade física regular apresenta uma prática favorável para os hábitos de sono7. Apesar disso, estudos que buscam correlacionar variáveis de sono e atividade física encontram ainda algumas barreiras, indicando a necessidade de aprofundamentos em detalhes da amostra e do real efeito de intervenções baseadas na prática de atividades física considerando diferentes intensidades.

Apontam-se como principais limitações do estudo o número de adolescentes investigados e o fato destes pertencerem a apenas um curso de graduação o que deve ser aprimorado em futuras investigações. Além disso, análises comparativas entre a percepção subjetiva de saúde, atividade física por meio de medidas objetivas e avaliações de sono utilizando-se de actímetros e polissonografia podem indicar com maior clareza o valor desta questão em investigações sobre o sono e mesmo na prática clínica.


CONCLUSÃO

Tanto a duração sono, quanto a prática de atividades físicas, mostraram-se como fatores relevantes para uma percepção positiva de saúde. No entanto, ambas as variáveis possuem uma relação complexa não podendo ser explicada por uma associação direta entre duração do sono e tempo de atividade física. Além disso, a atividade física vigorosa parece ser mais relevante para uma percepção positiva de saúde. Destaca-se a necessidade de aprofundamentos nos estudos de associação entre sono e atividades físicas que precisam detalhar com maior rigor questões como características comportamentais (se possuem, por exemplo, baixa ou alta duração do sono), práticas de atividade física no lazer, trabalho e deslocamento, tipo e intensidade da atividade física, os horários e os ambientes nos quais são realizadas as atividades física, dentre outros.


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