Revista Adolescência e Saúde

Revista Oficial do Núcleo de Estudos da Saúde do Adolescente / UERJ

NESA Publicação oficial
ISSN: 2177-5281 (Online)

Vol. 16 nº 3 - Jul/Set - 2019

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Páginas 59 a 69


Associação entre qualidade de vida e doença periodontal em adolescentes

Association between quality of life and periodontal disease in adolescents


Autores: Alexia Luise Andrade1; Alessandra Tereza Callado2; Adelaine Maria Sousa3; Thais Carine da Silva4; Renata Cimões5; Bruna Farias Vajgel6

1. Graduanda em Odontologia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Recife, PE, Brasil
2. Graduanda em Odontologia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Recife, PE, Brasil
3. Doutoranda em Odontologia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Mestrado em Odontologia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Recife, PE, Brasil
4. Doutoranda em Odontologia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Mestrado em Hebiatria - pela Universidade de Pernambuco (UPE). Recife, PE, Brasil
5. Pós-doutorado em Periodontia no Eastman Dental Institute, University College London, Inglaterra. Docente pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Recife, PE, Brasil
6. Pós-Doutorado em Odontologia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Docente pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Recife, PE, Brasil

Thais Carine da Silva
(thais_carine1@hotmail.com)
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Centro de Ciências da Saúde, Pós-Graduação em Odontologia UFPE
Av. Prof. Moraes Rego, s/n - Cidade Universitária
Recife, PE, Brasil. CEP: 50670-901

Submetido em 18/12/2018
Aprovado em 19/03/2019

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Como citar este Artigo

Descritores: Adolescente; Saúde Bucal; Qualidade de Vida.
Keywords: Adolescent; Oral Health; Quality of Life.

Resumo:
INTRODUÇÃO: A adolescência é um período que culmina todo o processo da maturação biopsicossocial que levam a mudanças de comportamento relacionadas à saúde. Essas mudanças podem colocar esses indivíduos em situação de risco quanto à saúde bucal. Por essa razão, torna-se importante a compreensão de como os aspectos clínicos podem influenciar os aspectos subjetivos nesta fase da vida.
OBJETIVO: Verificar se há associação entre a auto percepção da qualidade de vida e doença periodontal.
MÉTODOS: Trata-se de um estudo observacional de corte transversal, analítico e de base escolar. O instrumento utilizado foi o questionário Oral Health Impact Profile (OHIP- 14) e exame clínico periodontal.
RESULTADOS: A população alvo estudada foi composta por 200 adolescentes escolares, de ambos os sexos, matriculados no ensino médio das escolas da rede pública estadual do município de Camaragibe - PE. Dos adolescentes estudados, 18% apresentaram periodontite, e 9% gengivite.
CONCLUSÃO: Diante da análise, não foi possível identificar a associação entre doença periodontal e o impacto negativo na qualidade de vida dos adolescentes.

Abstract:
INTRODUCTION: Adolescence is a period that culminates the entire process of biopsychosocial maturation that leads to changes in health-related behavior. These changes may put these individuals at risk for periodontal health. For this reason, it is essential to understand the understanding of how clinical aspects can influence subjective aspects of this phase.
OBJECTIVE: To verify if there is an association between self-perception of quality of life and periodontal disease.
METHODS: This is an observational cross-sectional, analytical, and school-based study. The instrument used was the Oral Health Impact Profile (OHIP-14) and clinical periodontal examination.
RESULTS: The target population studied was composed of 200 schoolchildren of both sexes at high school year in public schools of the municipality of Camaragibe - PE. Among the studied adolescents, 18% had periodontitis, and 9% had gingivitis.
CONCLUSION: According to the study analysis, it was not
possible to identify the association between periodontal disease and the negative impact on adolescents quality of life.

INTRODUÇÃO

Durante muito tempo as preocupações com questões relacionadas à saúde estiveram vinculadas apenas a identificação de agentes causadores de doenças e ao controle de seus sintomas, um enfoque tradicional centrado nos determinantes biológicos das doenças1. Com o passar dos anos e avanços das pesquisas, ficou cada vez mais clara as limitações desse modelo, evidenciando-se um novo paradigma de abordagem ao processo saúde-doença. Este considera a multidimensionalidade da saúde, incluindo informações subjetivas através de avaliações mais complexas que considerem as repercussões do adoecimento sobre a vida dos indivíduos2,3.

Sendo a adolescência um período que culmina todo o processo da maturação biopsicossocial do indivíduo, em que as condutas de saúde muitas vezes assumem um papel de preditor da futura condição de saúde do indivíduo, torna-se cada vez mais importante o entendimento dos fatores não só biológicos, mas também subjetivos como a percepção de qualidade de vida nessa fase de vida4,5.

Particularmente no período da adolescência, os determinantes de saúde e doença transitam nos campos social e psicológico, pois o indivíduo vivencia experimentações e transformações. Como envolve uma fase de construção de identidade, tais vivências podem levar a comportamentos de risco, moldando os seus atributos e atitudes no futuro. Um conhecimento mais profundo sobre como os adolescentes percebem suas vidas permite uma maior compreensão sobre a sua saúde6.

Sucessivos estudos epidemiológicos relativos à saúde bucal de adolescentes realizados pelo Ministério da Saúde no Brasil, em 2003 e 2010, mostraram que a doença periodontal ainda permanece como um importante problema de saúde pública devido aos elevados índices desta doença7,8. No entanto, apenas avaliações das condições de saúde bucal através de indicadores clínicos e epidemiológicos, apresentados através da visão normativa de profissionais, embora sejam importantes e essenciais para monitorar o estado de saúde da população, deixam lacunas, pois não consideram as dimensões subjetivas que as condições de saúde bucal implicam na vida dos indivíduos9,10.

Assim, investigações que permitam a avaliação concomitante de indicadores clínicos de saúde bucal, e aspectos subjetivos, como impacto causado por esses indicadores na qualidade de vida de adolescentes escolares, podem trazer uma compreensão mais ampla dos problemas relacionados à saúde bucal, assim como permitir o planejamento de ações de políticas públicas integrais e equânimes para saúde bucal do adolescente2,11.

Diante do exposto, o objetivo deste trabalho foi avaliar a associação entre a condição de saúde periodontal e qualidade de vida de adolescentes escolares, considerando fatores socioeconômicos e étnico raciais.


METODOLOGIA

Trata-se de um estudo observacional de corte transversal, analítico e de base escolar. A população alvo estudada foi composta por adolescentes escolares, de ambos os sexos, matriculados no ensino médio das escolas da rede pública estadual do município de Camaragibe - PE.

A amostra foi composta por 200 adolescentes, valor que corresponde a 20% do valor calculado para o estudo "Saúde Bucal e Fatores Biopsicossociais em Adolescentes Escolares", aprovado pelo Comitê de Ética em pesquisa sobre o protocolo de número (130837/2016). A seleção da amostra foi realizada em duas fases, na primeira fase as escolas foram sorteadas, e na segunda, as turmas.

Fizeram parte da pesquisa estudantes de ambos os sexos, na faixa etária de 13 a 19 anos, regulamente matriculados no ensino médio das escolas públicas estaduais de Camaragibe - PE. Foram excluídos do estudo os que não responderam ao questionário proposto.

O questionário foi aplicado no ambiente escolar, contendo aspectos relativos a dados demográficos e acesso/utilização de serviços odontológicos. Foi realizada uma prévia explicação dos objetivos e métodos do estudo, sendo retiradas todas as dúvidas que surgiram no momento da pesquisa.

Para avaliar a percepção de qualidade de vida foi usado o questionário Oral Health Impact Profile (OHIP) na sua versão reduzida (OHIP-14), a qual encontra-se traduzido e adaptado para o português, sendo amplamente utilizado para investigações epidemiológicas12, incluindo amostras de adolescentes13. As opções de resposta do questionário correspondem a uma escala tipo Likert, (nunca = 0; raramente = 1; às vezes = 2; constantemente = 3 e sempre = 4). Para as análises de associações, os valores de OHIP-14 foram dicotomizados em presença de impacto na qualidade de vida (pelo menos uma resposta "ás vezes = 2", "constantemente = 3" ou "sempre = 4") e ausência de impacto (apenas respostas "nunca = 0" e "raramente = 1" em todos os itens).

Em seguida, foi realizado um exame clínico intra-bucal na própria sala de aula das escolas participantes, sob luz natural indireta e luz artificial, com o adolescente e o examinador sentados frente a frente. O exame foi realizado pela pesquisadora responsável previamente treinada e calibrada (Kappa= 0,81) e auxiliada por uma estudante de iniciação cientifica. O material utilizado para o exame clínico foi composto por espelho plano bucal, espátula de madeira, gaze e sonda periodontal. O exame clínico periodontal foi realizado com sondas manuais milimetradas (PC15, Universidade Carolina do Norte). Foram coletados os dados de sangramento e a profundidade à sondagem. Para verificar o sangramento foi registrada a presença (escore 1) ou ausência (escore 0) de sangramento após 30 segundos transcorridos da profundidade de sondagem14. Para a profundidade à sondagem, foi medida a distância entre a margem da gengiva e a porção mais apical da bolsa ou sulco. A medida foi realizada com sonda milimetrada, de forma circunferencial nas superfícies vestibular, lingual/palatina, mesial e distal. O registro na ficha periodontal foi feito para valores a partir de 4 mm de forma ordinal em escala de 1 mm15.

A doença periodontal foi classificada como: gengivite, quando caracterizada pela presença de 25% ou mais de sítios com sangramento à sondagem, ou periodontite, quando caracterizada pelo achado de pelo menos um sítio apresentando simultaneamente PS ≥ 4mm15.

Para verificar possíveis associações foi aplicado o teste de independência do Qui-Quadrado de Pearson. Os dados foram digitados em planilha do Excel e analisados no programa SPSS versão 20.0. A significância estatística foi considerada quando o valor de p < 0,05.


RESULTADOS

Participaram do estudo duzentos jovens com idades variando de 13 a 21 anos, com média de 15,958 (± 1,30), sendo 57,1% do sexo masculino. A maior frequência da escolaridade materna registrada foi Superior incompleto ou Médio completo (35,6%). O rendimento mais frequente foi de R$478,00 a R$1.908,00 (57,9%). A figura 1 mostra a distribuição percentual de adolescentes com impacto na qualidade de vida, segundo o OHIP-14, sendo o desconforto psicológico a dimensão mais afetada (13,7%).


Figura1. Dados de pesquisa conforme Perfil de Impacto da Saúde Bucal (OHIP).



O sexo feminino apresentou maior percentual de impacto na qualidade de vida em duas dimensões, a Dor (p=0,035), e a Inabilidade Psicológica (p=0,040). O OHIP total também apresentou diferenças com significância estatística entre o sexo masculino e feminino, sendo p=0,029 (Tabela 1).




A tabela 2 mostra que a escolaridade da mãe (p=0,110), renda familiar (p=0,564) e ida ao continua dentista (p=0,419) não influenciaram com significância estatística na qualidade de vida (OHIP) dos jovens.




Não foi possível detectar diferenças com significância estatística das dimensões da OHIP (Limitação Funcional (p=0,686), Dor (p=0,608), Desconforto psicológico (p=0,812); Inabilidade Física (p=1,000), Inabilidade psicológica (p=0,459), Inabilidade Social (p=1,000), Incapacidade (p=0,866) e OHIP total (p=0,803)) com a periodontite, conforme apresentado na tabela 3.




Também não foi possível detectar diferenças com significância estatística das dimensões da OHIP (Tabela 4).




DISCUSSÃO

A adolescência é um momento que ocorre aumento do risco de doenças bucais e em que a higiene oral constitui prática complexa. É nessa fase que são estabelecidas as atitudes, valores e comportamentos em relação à saúde. Dessa forma, este ciclo de vida representa um período de risco para a saúde periodontal. Por isso, a higidez bucal tem sido relacionada como parte primordial da saúde e importante indicador da saúde geral do indivíduo16.

No presente estudo, participaram duzentos adolescentes com idades variando de 13 a 21 anos, sendo a maioria menores de 17 anos (69,8%), dados coincidentes com o estudo sobre qualidade de vida e saúde bucal de adolescentes de Paredes5 que revelou médias semelhantes de 15,8 (±1,02) anos. O rendimento mais frequente em conformidade com o observado por Paredes5, onde a maioria dos adolescentes (69,46%) tinha renda mensal de 1 salário mínimo ou menos.

Quanto ao sexo, a maioria (57,1%) dos participantes foi do sexo masculino, resultado oposto a outros estudos com adolescentes, onde o sexo feminino esteve mais prevalente, variando de 51,4 a 57,1% 5,17,18. Entretanto, no presente estudo, apesar da maioria ser constituída por meninos, o impacto na qualidade de vida foi associado ao sexo feminino. O estudo de Peres17 relatou impactos negativos na qualidade de vida relacionados à saúde bucal, sendo maior no sexo feminino em relação ao masculino, corroborando com os achados da presente pesquisa, o qual verificou que o sexo feminino apresentou maior percentual de impacto na qualidade de vida nas dimensões de Dor (p=0,035) e Inabilidade Psicológica (p=0,040), quando comparado ao sexo masculino. O OHIP total também apresentou diferenças com significância estatística entre o sexo masculino (20,4%) e feminino (34,1%) (p=0,029) (Tabela 1).

Em relação a escolaridade da mãe, a maior frequência (35,6%) foi registrada em Superior incompleto ou Médio completo, o que está em consonância com os achados de estudo realizado em Natal-RN18, onde a maioria desses adolescentes possuia mães que concluíram o ensino médio. No entanto, Paredes5 verificou que a maioria das mães dos participantes de seu estudo (59,8%; n=110) só estudou até o ensino fundamental. A escolaridade da mãe (p=0,110), renda familiar (p=0,564) e ida ao dentista (p=0,419) não influenciaram com significância estatística a qualidade de vida (OHIP) dos jovens. Este resultado corrobora com um estudo grego onde o nível de escolaridade e ocupação dos familiares de adolescentes não mostrou correlação com o OHIP-14 ou suas dimensões10. Em contrapartida, um estudo realizado em Sumé, na Paraíba, demonstrou que a escolaridade materna apresentou influência significativa na qualidade de vida através do OHIP5.

Dos estudantes participantes da pesquisa, um total de 18% apresentaram periodontite, um índice maior quando comparado a dados de pesquisas semelhantes, onde 0,5% a 10% dos adolescentes apresentaram bolsa periodontal com profundidade igual ou maior a quatro milímetros17,18. No entanto, não foi possível detectar diferenças com significância estatística das dimensões da OHIP-14 com a periodontite (Limitação Funcional (p=0,686), Dor (p=0,608), Desconforto psicológico (p=0,812); Inabilidade Física (p=1,000), Inabilidade psicológica (p=0,459), Inabilidade Social (p=1,000), Incapacidade (p=0,866) e OHIP-14 total (p=0,803)). Uma possível explicação pode ser o fato dessas condições periodontais ainda não terem atingido um grau de severidade onde sejam detectadas ou que incomodem os adolescentes em sua aparência pessoal ou atividades diárias.

Em relação a gengivite, 9% (18) dos adolescentes participantes da pesquisa, foram diagnosticados com este problema, resultado menor que o registrado em estudos anteriores com metodologias semelhantes, onde 24,6% a 34,1% dos adolescentes apresentaram sangramento à sondagem17,18. No entanto, esse resultado ainda é considerado alarmante, pois esse quadro, quando identificado e tratado precocemente, pode impedir a progressão da doença periodontal. De forma similar também não foi possível detectar diferenças significantes das dimensões da OHIP-14 com a gengivite (Limitação Funcional (p=1,000), Dor (p=0,323), Desconforto psicológico (p=0,982); Inabilidade Física (p=1,000), Inabilidade psicológica (p=0,773), Inabilidade Social (p=0,571), Incapacidade (p=1,000) e OHIP-14 total (p=0,674)).

Segundo Elias19, os fatores que mais motivam os adolescentes a cuidarem de sua saúde bucal são: a aparência pessoal, a sexualidade, o emprego, e a saúde de um modo geral. Isto porque a importância da saúde bucal para os adolescentes relaciona-se aos aspectos físicos, psicológicos e sociais. O que pode explicar o fato de não ter sido detectado nesse estudo diferenças com significância estatística das dimensões da OHIP-14, tais como Limitação Funcional, Desconforto psicológico, Inabilidade Física, Inabilidade psicológica, Inabilidade Social, Incapacidade e OHIP-14 total, com a presença de gengivite ou periodontite. Por se tratar de adolescentes, essas condições periodontais podem não ter atingido grau de severidade que facilitasse sua detecção por pessoas leigas e causar constrangimentos ou prejuízos na sua aparência pessoal.


CONCLUSÃO

Não foi possível identificar a associação entre a doença periodontal e o impacto negativo na qualidade de vida dos adolescentes. Sugere-se que a ausência do impacto negativo da qualidade de vida relacionado a doença periodontal seja devido à uma fase inicial da sua manifestação. Dessa forma, os adolescentes acometidos por periodontite ou gengivite ainda não conseguem identificar as consequências da doença.

Dessa maneira, diante dos resultados encontrados, sugere-se uma maior atenção dos cirurgiões dentistas à saúde do adolescente, através de ações programadas de busca ativa para o rastreamento e tratamento da doença periodontal ainda em níveis iniciais. Pois, uma vez que sua presença não provoca, inicialmente, impacto negativo no cotidiano dos adolescentes, eles dificilmente buscariam o serviço de saúde espontaneamente, sendo uma questão igualmente preocupante.


NOTA DE AGRADECIMENTOS

Os autores agradecem ao Município de Camaragibe pela solicitude durante a coleta de dados e aos adolescentes escolares que se disponibilizaram em participar da pesquisa.


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