Revista Adolescência e Saúde

Revista Oficial do Núcleo de Estudos da Saúde do Adolescente / UERJ

NESA Publicação oficial
ISSN: 2177-5281 (Online)

Vol. 14 nº 3 - Jul/Set - 2017

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Páginas: 54 a 62

Dificuldades e desafios do pré-natal sob a perspectiva das adolescentes grávidas

Difficulties and challenges of prenatal care under pregnant adolescents' perspective

Dificultades y desafíos del pre-natal bajo la perspectiva de las adolescentes embarazadas

Autores: Magali Motta1; Melissa Paiva de Jesus2; Flávia Regina de Moraes3

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Descritores: Gravidez, gravidez na adolescência, cuidado pré-natal.
Keywords: Pregnancy, pregnancy in adolescence, prenatal care.
Palabraclave: Embarazo, embarazo en la adolescencia, cuidado pre-natal.

Resumo:
OBJETIVO: Caracterizar as adolescentes grávidas atendidas no Ambulatório de pré-natal de Adolescentes e analisar a adesão das adolescentes grávidas ao pré-natal em um serviço de saúde da região do Grande ABC Paulista.
MÉTODOS: Consiste em um estudo quantitativo, mediante a técnica exploratória. Os dados foram captados através de um formulário estruturado contendo 19 questões. As adolescentes participaram de espontânea vontade através da assinatura do termo de consentimento, os dados obtidos foram tabulados através do software Epi Info versão 3.5.1, para ilustração dos dados utilizou-se Excel 2013.
RESULTADOS: Em relação à adesão da adolescente ao pré-natal 81,5% não faltaram as consultas, iniciaram o mesmo ainda no primeiro trimestre gestação (66,6%) e relataram a distância como principal dificultador (33,3%). A média de idade foi de 16,1 anos, predominantemente solteiras (66,7%) e possuíam mais de 8 anos de estudo (70,4%). O perfil gestacional das adolescentes mostrou que 96,3% eram primigestas.
CONCLUSÃO: Os baixos índices de falta podem evidenciar a aceitação positiva de um serviço especializado, por oferecer um atendimento mais direcionado as dificuldades enfrentadas nesse período.

Abstract:
OBJECTIVE: Characterize the pregnant adolescents attended in prenatal Teen Clinic, and analyze compliance of pregnant teenagers to prenatal care in a health facility at ABC Paulista region.
METHODS: This is a quantitative exploratory research. Data were obtained by means of a structured questionnaire containing 19 questions. Teenagers attended voluntarily by signing the consent form. Data were tabulated by Epi Info version 3.5.1 software and for data illustration it was used Excel 2013.
RESULTS: Regarding adolescent compliance to prenatal care, 81.5% haven't missed the appointments, initiated it in the first quarter of pregnancy (66.6%) and reported the distance as a major complicating agent (33.3%). The average of age was 16.1 years old, predominantly single (66.7%) and had more than 8 years of study (70.4%). Gestational profile of teenagers showed that 96.3% were in the first pregnancy.
CONCLUSION: The low rates of absence can highlight the positive acceptance of a specialized service, as it offers a more directed care to the difficulties faced during this period.

<<<<<<< .mine ======= >>>>>>> .r17871 Resumen:
OBJETIVO: Caracterizar a las adolescentes embarazadas atendidas en el Ambulatorio de prenatal de Adolescentes y analizar la adhesión de las adolescentes embarazadas al prenatal en un servicio de salud de la región del Grande ABC Paulista.
MÉTODOS: Consiste en un estudio cuantitativo, mediante la técnica exploratoria. Los datos fueron captados a través de un formulario estructurado conteniendo 19 preguntas. Las adolescentes participaron de espontánea voluntad a través de la firma del término de consentimiento, los datos obtenidos fueron tabulados a través del software Epi Info versión 3.5.1, para ilustración de los datos se utilizó Excel 2013.
RESULTADOS: Con relación a la adhesión de la adolescente al prenatal, 81,5% no faltaron a las consultas, iniciaron el mismo inclusive en el primer trimestre de gestación (66,6%) y relataron la distancia como principal factor de dificultad (33,3%). El promedio de edad fue de 16,1 años, predominantemente solteras (66,7%) y poseían más de 8 años de estudio (70,4%). El perfil gestacional de las adolescentes mostró que el 96,3% eran primerizas.
CONCLUSIÓN: Los bajos índices de falta pueden dejar en evidencia la aceptación positiva de un servicio especializado, por ofrecer un servicio más dirigido a las dificultades enfrentadas en ese período.

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