Revista Adolescência e Saúde

Revista Oficial do Núcleo de Estudos da Saúde do Adolescente / UERJ

NESA Publicação oficial
ISSN: 2177-5281 (Online)

Vol. 14 nº 3 - Jul/Set - 2017

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Páginas: 71 a 76

Avaliação da Resistência Insulínica em Adolescentes com Diferentes Estados Nutricionais

Assessment of Insulin Resistance in Adolescents with Different Nutritional Status

Evaluación de la Resistencia Insulínica en Adolescentes con Diferentes Estados Nutricionales

Autores: Soraya Nayra Sá Coêlho1; Nilviane Pires Silva Sousa2; Allan Kardec Barros3; Camila Guimarães Polisel4

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Descritores: Adolescente, obesidade, antropometria, fatores de risco.
Keywords: Adolescent, obesity, anthropometry, risk factors.
Palabraclave: Adolescente, obesidad, antropometría, factores de riesgo.

Resumo:
OBJETIVO: Avaliar a prevalência de resistência insulínica em escolares com diferentes estados nutricionais.
MÉTODOS: Tratase de um estudo transversal realizado com 100 adolescentes do sexo feminino com idade entre 10 e 19 anos regularmente matriculadas em escolas da rede pública de ensino de São Luís/MA. As variáveis avaliadas foram: peso, altura, índice de massa corporal, glicemia de jejum e insulina. A resistência à insulina foi determinada através do índice Homeostasis Model Assessment for Insulin Resistance. O estudo obteve a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão, parecer 251/11.
RESULTADOS: As participantes foram estratificadas em três grupos, de acordo com o estado nutricional: grupo obesidade - GOB (n=25), grupo sobrepeso - GSP (n=38) e grupo eutrófico - GET (n=37). A prevalência de resistência insulínica foi de 24,3% no GET, 63,2% no GSP e 68% no GOB.
CONCLUSÃO: Uma alta prevalência de resistência insulínica foi identificada entre as adolescentes, o que demonstra a importância do diagnóstico precoce desse fator de risco cardiometabólico, bem como a necessidade de educação em saúde na adolescência.

Abstract:
OBJECTIVE: Evaluate the prevalence of insulin resistance in adolescents with different nutritional status.
METHODS: This is a crosssectional study of 100 female adolescents with ages between 10 to 19 years regularly enrolled in public schools of São Luís/ MA. The variables evaluated were: weight, height, body mass index, fasting glucose and insulin. Insulin resistance was determined by the Homeostasis Model Assessment Insulin Resistance index. The study was approved by the Research Ethics Committee of the Universitary Hospital of the Federal University of Maranhão through the protocol number 251/11.
RESULTS: Participants were stratified into three groups according to nutritional status: obesity group - GOB (n = 25), overweight group - GSP (n = 38) and eutrophic group - GET (n =37). The prevalence of insulin resistance was 24.3% in the GET, 63.2% in GSP and 68% in the GOB.
CONCLUSION: A high prevalence of insulin resistance was observed in all nutritional status groups, which shows the importance of early diagnosis of the cardiometabolic risk factor and the need of health education for adolescents.

<<<<<<< .mine ======= >>>>>>> .r17871 Resumen:
OBJETIVO: Evaluar la prevalencia de resistencia insulínica en escolares con diferentes estados nutricionales.
MÉTODOS: se trata de un estudio transversal realizado con 100 adolescentes del sexo femenino con edad entre 10 y 19 años, regularmente matriculadas en escuelas de la red pública de enseñanza de San Luís/MA. Las variables evaluadas fueron: peso, altura, índice de masa corporal, glicemia de ayuno e insulina. La resistencia a insulina fue determinada a través del índice Homeostasis Model Asesment sea Insulin Resistance. El estudio obtuvo la aprobación del Comité de Ética en Pesquisa del Hospital Universitario de la Universidad Federal de Maranhão, parecer 251/11.
RESULTADOS: Las participantes fueron estratificadas en tres grupos, de acuerdo con el estado nutricional: grupo obesidad - GOB (n=25), grupo sobrepeso - GSP (n=38) y grupo eutrófico - GET (n=37). La prevalencia de resistencia insulínica fue del 24,3% en el GET, 63,2% en el GSP y 68% en el GOB.
CONCLUSIÓN: Una alta prevalencia de resistencia insulínica fue identificada entre las adolescentes, lo que demuestra la importancia del diagnóstico precoz de ese factor de riesgo cardiometabólico, así como la necesidad de educación en salud en la adolescencia.

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