Real e realidade: a psicanálise num ambulatório público

Reality and what is real: psychoanalysis done in a public out-patient service

Authors

  • Marília Vilhena Psicanalista do Setor de Saúde Mental do Núcleo de Estudos da Saúde do Adolescente (NESA); graduada e licenciada em Filosofia pelo Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IFCS/UFRJ) e Instituto de Educação (EDU/UFRJ); mestre em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC- RJ); doutora pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO/UFRJ).
  • Vera Pollo Psicanalista do Setor de Saúde Mental do NESA; doutora em Psicologia pela PUC Rio; professora do Curso de Especialização em Psicologia Clínica da PUC-Rio e do Mestrado em Psicanálise, Saúde e Sociedade da Universidade Veiga de Almeida; ana lista membro (AME) da Escola de Psicanálise dos Fóruns do Campo Lacaniano.

Abstract

Há exatamente 96 anos Freud(3) anteviu a en
trada da psicanálise nos hospitais públicos, no dia
em que a sociedade tivesse despertado para o fato
de que “as neuroses ameaçam a saúde pública não
menos do que a tuberculose”. Parafraseando-o, diría
mos hoje que as neuroses ameaçam a saúde pública
não menos do que a AIDS. Em seguida ele observou
que a “ajuda social” representa “um direito a mais”,
mas que se pode converter em uma espécie de be
nefício ou “ganho secundário da doença”(3

Published

2008-04-20

How to Cite

Vilhena, M., & Pollo, V. (2008). Real e realidade: a psicanálise num ambulatório público: Reality and what is real: psychoanalysis done in a public out-patient service. Adolescência E Saúde, 5(2), 42–44. Retrieved from https://adolescenciaesaude.com/index.php/aes/article/view/743